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Artigo · Show, teatro e palestra

Rider técnico: o que é, como fazer e modelo pronto

Rider técnico é o documento em que o artista informa ao contratante e à equipe do local tudo o que precisa para a apresentação acontecer: formação, mapa de palco, lista de canais de som, monitoração, backline, luz, energia, horários de montagem e passagem e o camarim. Um bom rider cabe em poucas páginas, traz o contato do técnico responsável e separa o que é indispensável do que pode ser adaptado.

  • Por Luciana Leitte
  • Publicado em
  • Leitura 12 minutos
Henrique Portugal ao teclado em live do projeto Música para Todos, com banda e luz de palco
Henrique Portugal em live do Música para Todos, com produção e divulgação da LL Cultural. Imagem da transmissão, Cervejaria Albanos e Sesc em Minas

Quem já chegou num teatro ou num palco de festival e encontrou menos microfones do que precisava sabe o valor de um rider bem feito. O documento evita discussão no dia, deixa o orçamento do contratante mais preciso e mostra profissionalismo antes da primeira nota. Este guia mostra o que colocar, como desenhar o mapa de palco, traz um modelo de lista de canais e explica o que muda no teatro e na palestra.

Modelo pronto

Modelo de rider técnico em 15 blocos

Este é o esqueleto que usamos para montar e para conferir rider de show, espetáculo e palestra. Copie, troque o que está entre colchetes pelo que é seu e apague o que não se aplica. O arquivo baixa em texto puro, abre em qualquer computador e cola direto no Word ou no Google Docs antes de virar PDF.

Para baixar ou copiar com um clique é preciso ter o JavaScript ativo. Sem ele, selecione o texto abaixo e copie na mão, ou imprima esta página: o modelo sai em branco, pronto para preencher.

RIDER TÉCNICO
[nome do artista, da banda ou do espetáculo]
Versão [00], de [DD/MM/AAAA]

1. CONTATOS
   Produção: [nome], [telefone], [e-mail]
   Técnico responsável: [nome], [telefone]
   Quem decide adaptação no dia: [nome e função]

2. FORMAÇÃO
   [nome] ... [instrumento ou função]
   [nome] ... [instrumento ou função]
   [nome] ... [instrumento ou função]
   Total no palco: [número] pessoas
   Equipe que viaja com a produção: [número] pessoas

3. PALCO, MEDIDAS E ENERGIA
   Palco mínimo: [largura] x [profundidade] m, altura livre de [altura] m
   Praticáveis: [quantidade e medidas]
   Pontos de energia no palco: [quantidade] em 110 V e [quantidade] em 220 V
   Aterramento: obrigatório em todos os pontos
   Piso e cobertura: [o que o espaço precisa ter]

4. MAPA DE PALCO
   Anexo [número]. Desenho visto de cima, plateia na parte de baixo.
   Os nomes e os números do mapa são os mesmos da lista de canais.

5. LISTA DE CANAIS (INPUT LIST)
   Canal | Fonte | Microfone ou linha | Pedestal
   01 | [fonte] | [microfone ou linha] | [tipo de pedestal]
   02 | [fonte] | [microfone ou linha] | [tipo de pedestal]
   03 | [fonte] | [microfone ou linha] | [tipo de pedestal]
   Total de canais: [número]

6. MONITORAÇÃO
   M1 | [quem usa] | [caixa de retorno ou in ear] | [o que precisa ouvir]
   M2 | [quem usa] | [caixa de retorno ou in ear] | [o que precisa ouvir]
   Total de vias independentes: [número]

7. BACKLINE
   O artista leva: [lista]
   Pedido ao contratante: [lista]

8. SOM DA CASA (PA)
   Mesa: mínimo de [número] canais de entrada e [número] vias auxiliares
   PA: sistema compatível com [público estimado] pessoas, cobertura homogênea
   Operador de som da casa: [sim ou não], disponível a partir de [horário]

9. LUZ
   Mapa de luz: anexo [número]
   Refletores: [quantidade e tipo]
   Filtros e gelatinas: [cores]
   Mesa de luz: [recursos mínimos]
   Operação: [equipe própria ou da casa, com roteiro escrito]

10. VÍDEO E PROJEÇÃO
   Telão ou projetor: [medida e posição]
   Entrada de sinal: [HDMI, SDI ou outro] e quem leva o cabo
   Conteúdo e quem opera: [nome]

11. HORÁRIOS NO DIA
   Carga e descarga: [horário], com [número] pessoas da equipe local
   Montagem de som, luz e cenário: [horário]
   Passagem de som: [horário], duração de [tempo]
   Palco liberado antes da abertura da casa: [horário]
   Apresentação: [horário], duração de [tempo]
   Desmontagem e saída do equipamento: [horário]

12. CAMARIM E HOSPITALIDADE
   Camarins: [quantidade], com espelho, ponto de energia e banheiro
   Água, alimentação e toalhas: [o que precisa]
   Restrições alimentares: [quais]

13. EQUIPE LOCAL PEDIDA
   [função] ... [quantidade]
   [função] ... [quantidade]

14. CLASSIFICAÇÃO DE CADA ITEM
   Indispensável: [sem isso a apresentação não acontece]
   Preferencial: [melhora, mas não trava]
   Adaptável: [aceita substituição equivalente, combinada por escrito]

15. OBSERVAÇÕES FINAIS
   [o que mais a produção local precisa saber]

Documento válido na versão e na data do topo.
Alterações somente por escrito, com o técnico responsável.
Versão do modelo: 6 de outubro de 2026. Quer ver cada bloco já preenchido, com explicação do porquê de cada linha? Veja o exemplo de rider técnico preenchido.

Cena 1Para que serve o rider técnico e quem lê

O rider é lido por pessoas diferentes, e cada uma procura uma coisa nele:

  • O contratante ou produtor, que orça equipamento, equipe técnica e horário de palco a partir dele.
  • O técnico de som, que prepara a mesa, os microfones, os cabos e a monitoração.
  • O iluminador, que confere o que o espaço tem e o que precisa ser alugado.
  • A produção local, que organiza carga, camarim, alimentação e a grade de horários do dia.

Cena 2O que vai dentro de um rider técnico

  1. Capa com contatos: nome do artista ou do espetáculo, data da versão, contato do produtor e do técnico responsável.
  2. Formação: quem sobe ao palco e com qual instrumento ou função.
  3. Mapa de palco: o desenho de onde cada pessoa e cada equipamento ficam.
  4. Input list: a lista de canais de som, com o microfone ou a linha de cada um.
  5. Monitoração: quantas vias de retorno, de que tipo e com qual mixagem.
  6. Backline: instrumentos e amplificadores que o artista espera encontrar no local.
  7. Luz e vídeo: mapa de luz, efeitos, projeção e telão, quando houver.
  8. Energia e estrutura: pontos de energia no palco, tensão, praticáveis e medidas mínimas do palco.
  9. Horários: tempo de carga, montagem, passagem de som e desmontagem.
  10. Camarim: o que o elenco precisa antes e depois de subir ao palco, que muitos artistas separam num rider de camarim.

Tudo com a data da versão no rodapé. Rider desatualizado causa problema no dia: a formação muda, o show ganha um instrumento, e o documento enviado continua o antigo.

Cena 3Mapa de palco: como desenhar

O mapa de palco é um desenho visto de cima, com a plateia na parte de baixo da folha. Ele mostra onde fica cada integrante, cada instrumento, cada retorno e cada ponto de energia. Não precisa de programa especial: retângulos, círculos e legendas resolvem, desde que as posições e os nomes batam com a input list. Passe o mouse ou toque na legenda para acender cada peça do exemplo.

Exemplo de mapa de palco de uma banda com cinco integrantes, visto de cima Fundo do palco Frente do palco · plateia Bateriasobre praticável amp. baixoBaixo amp. guitarraGuitarra Teclado Voz M1 M2 M3 M4 M5 AC AC AC AC
Exemplo ilustrativo. Adapte ao tamanho da sua formação e ao palco de cada lugar.

Três detalhes evitam confusão: numere os retornos e repita os números na lista de monitoração; marque os pontos de energia com a sigla AC, de corrente alternada; e escreva as medidas mínimas de palco que o show precisa, em metros.

Cena 4Input list: modelo de lista de canais

A input list diz ao técnico quantos canais a mesa precisa e o que entra em cada um. Abaixo, um modelo para a mesma banda do mapa. Troque as linhas conforme a sua formação e mantenha a numeração que o seu técnico usa.

Modelo de input list para banda com cinco integrantes
CanalFonteMicrofone ou linhaPedestal
1BumboMicrofone dinâmico para bumboBaixo
2CaixaMicrofone dinâmicoGarra ou baixo
3ChimbalMicrofone condensadorBaixo
4TomMicrofone dinâmicoGarra
5SurdoMicrofone dinâmicoGarra
6Overhead esquerdoMicrofone condensadorAlto, com girafa
7Overhead direitoMicrofone condensadorAlto, com girafa
8BaixoDirect boxSem pedestal
9GuitarraMicrofone dinâmico no amplificadorBaixo
10Teclado, lado esquerdoDirect boxSem pedestal
11Teclado, lado direitoDirect boxSem pedestal
12Voz principalMicrofone dinâmico de mão, sem fio se o artista circular pelo palcoAlto, reto
13Voz de apoio da guitarraMicrofone dinâmicoAlto, com girafa
14Voz de apoio do tecladoMicrofone dinâmicoAlto, com girafa
15Trilha ou baseDirect box estéreo ou saída do computadorSem pedestal
16Fala da produçãoMicrofone sem fio, para avisos e apresentaçãoSem pedestal

Na monitoração, liste cada via com o número do mapa e o que ela precisa ouvir. Por exemplo: M1, voz principal, com voz e teclado; M2, baixo, com bumbo e voz; M3, guitarra, com voz e guitarra; M4, teclado, com voz e teclado; M5, bateria, com baixo e voz.

Cena 5Rider de som: mesa, PA e monitoração

Quando alguém pede o rider de som, está pedindo a parte do documento que o técnico da casa lê: a mesa, o sistema de PA e a monitoração. Essas três linhas resolvem quase toda discussão de palco.

  • Mesa: informe o número mínimo de canais de entrada e de vias auxiliares, não apenas o modelo preferido. Pedir uma mesa específica fecha porta em cidade pequena. Pedir mesa digital com 32 entradas e 8 auxiliares é atendível em qualquer praça.
  • PA: descreva pelo público estimado e pelo formato do espaço, com a exigência de cobertura homogênea da primeira à última fila. Teatro fechado, quadra e praça pedem sistemas diferentes para o mesmo show.
  • Monitoração: diga quantas vias independentes o show precisa, quem usa cada uma e o que cada pessoa precisa ouvir. Via de retorno sem dono é a origem da passagem de som que não termina.

Separe o que é caixa de retorno de chão e o que é in ear. Se a banda leva o próprio sistema de in ear, escreva isso, porque muda o que o contratante precisa alugar e muda o tempo de montagem.

Cena 6Backline, luz e vídeo

Backline é o que fica no palco e não é do som da casa: amplificadores, bateria, teclados, estantes e bancos. A regra é separar em duas listas, porque é isso que o contratante usa para orçar.

  • O que o artista leva: instrumento próprio, pedaleira, in ear, cabo específico.
  • O que é pedido ao contratante: amplificador de guitarra e de baixo, bateria completa com pratos e ferragens, banco, estantes de partitura, cadeira para quem toca sentado.

Na luz, o essencial é o mapa e o combinado de quem opera. Se o show tem marcação de luz por música, diga se vai operador próprio ou se a casa opera a partir de um roteiro escrito. Em vídeo, o que trava o dia é o conector: informe a entrada de sinal e quem leva o cabo, porque projetor ligado em computador sem adaptador é problema de cinco minutos antes de abrir a casa.

Cena 7Rider de camarim e horários do dia

Muitos artistas separam o rider de camarim do rider técnico, e faz sentido: quem lê um não é quem lê o outro. O de camarim é curto e objetivo: quantos camarins, com espelho, ponto de energia e banheiro, água, alimentação, toalhas e as restrições alimentares de quem está na estrada.

Os horários do dia são a parte que mais evita atrito, e a que mais gente esquece de escrever:

  1. Carga e descarga, com quantas pessoas da equipe local.
  2. Montagem de som, luz e cenário.
  3. Passagem de som, com duração real, não otimista.
  4. Palco liberado antes da abertura da casa.
  5. Apresentação, com duração.
  6. Desmontagem e saída do equipamento.

Horário escrito é o que permite ao espaço dizer de antemão que a passagem não cabe na agenda, em vez de descobrir isso com a plateia na porta.

Cena 8Rider de teatro, stand-up e palestra

No teatro, o rider técnico de palco pesa mais na luz e no cenário do que no som. Ele costuma trazer:

  • Planta de palco e cenário, com medidas, peso das peças e tempo de montagem.
  • Mapa de luz, com varas, refletores, filtros e o que precisa estar afinado antes da chegada da companhia.
  • Som, com trilha, microfones de lapela ou headset e quem opera.
  • Carga e descarga, com tamanho do veículo e acesso ao palco.
  • Equipe local pedida: maquinistas, eletricista, operadores de luz e de som, camareira.
  • Camarins, com quantidade, espelho, arara e água.

Stand-up pede pouco, e justamente por isso o pouco precisa estar certo: microfone com fio de reserva, pedestal, luz de palco que não ofusque o artista, banqueta e água. Palestra acrescenta telão ou projeção, retorno do slide para quem fala, passador de slides, microfone sem fio de reserva e um horário de teste com o arquivo final.

Cena 9O que é indispensável e o que pode ser adaptado

Nem todo palco tem tudo, e rider que não abre espaço para conversa trava a contratação. Separe os itens em três grupos e escreva o grupo ao lado de cada linha:

  • Indispensável: sem isso a apresentação não acontece. Por exemplo, os canais de voz, a medida mínima do palco e a energia.
  • Preferencial: o artista prefere, mas aceita equivalente combinado antes. Por exemplo, o modelo do amplificador.
  • Adaptável: dá para resolver no local. Por exemplo, a posição do camarim ou o tipo de pedestal.

Escreva também quem decide a adaptação, com nome e telefone, que costuma ser o técnico do artista. O rider diz o que a apresentação precisa, e o contrato de show diz quem providencia e quem paga cada item. Deixe essa divisão escrita antes da data.

Cena 10Antes de enviar o rider

  1. Data da versão e formação atualizadas.
  2. Mapa de palco e input list com os mesmos nomes e números.
  3. Contato do técnico responsável, com telefone.
  4. Horários de carga, montagem e passagem que cabem na agenda do espaço.
  5. Arquivo em PDF, com nome que diga artista, espetáculo e data.
  6. Rider de camarim separado, se houver.
  7. Confirmação por escrito da produção local sobre o que o espaço tem e o que será alugado.

Somos o braço local de artistas, companhias e produtoras que levam show, espetáculo ou palestra para outra cidade. Recebemos o rider, escolhemos, negociamos e dirigimos a equipe técnica local e respondemos por ela no dia, em qualquer cidade do Brasil. Fizemos, por exemplo, a produção e a divulgação do Música para Todos, lives mensais de maio a dezembro de 2020 no Sesc Palladium, com Henrique Portugal, Roberta Campos, Borba, Exodus e Nêga Kelly.

Luciana Leitte em dia de evento, com rádio na mão

Luciana LeitteDirige a LL Cultural. Produtora cultural e estrategista de marketing, soma 17 anos de mercado, no marketing e na produção, entre shows, temporadas de teatro, festivais e eventos. Conheça quem dirige.

Perguntas frequentes

O que perguntam sobre rider técnico.

Tem um rider para conferir ou um palco para montar em outra cidade? Pergunte no WhatsApp. Respondemos em até 24 horas úteis.

Qual a diferença entre rider técnico e mapa de palco?

O mapa de palco é uma parte do rider técnico. O rider é o documento completo, com formação, lista de canais, monitoração, backline, luz, energia, horários e camarim. O mapa de palco é o desenho visto de cima que mostra onde fica cada integrante e cada equipamento.

O que é input list?

É a lista de canais de som do show. Cada linha diz o que entra na mesa, com qual microfone ou linha e com qual pedestal. É com ela que o técnico de som prepara a mesa e confere se o local tem o equipamento necessário.

Quem paga o que está no rider técnico?

Depende do contrato. O rider diz o que a apresentação precisa, e o contrato diz quem providencia e quem paga cada item. Por isso vale deixar essa divisão por escrito antes da data, junto com os itens que podem ser adaptados.

Teatro também precisa de rider técnico?

Precisa. No teatro, o rider pesa mais em planta de palco, cenário, mapa de luz, carga e descarga e equipe local, e menos em canais de som. Stand-up e palestra também usam, com uma lista mais curta.

O que é rider de som?

É a parte do rider técnico que trata de mesa, sistema de PA e monitoração. Na prática, é o que o técnico de som da casa lê para saber quantos canais de entrada, quantas vias de retorno e que tipo de sistema a apresentação precisa. Pedir número mínimo de canais e de auxiliares funciona melhor do que pedir um modelo específico de mesa.

Existe modelo de rider técnico pronto para baixar?

Existe. Neste artigo há um modelo em 15 blocos para copiar na hora ou baixar em arquivo de texto, com os campos entre colchetes para você trocar pelos dados da sua apresentação. Depois de preencher, salve em PDF com o nome do artista, do espetáculo e a data da versão.

O que é backline no rider técnico?

Backline é o equipamento que fica no palco e não faz parte do som da casa: amplificadores, bateria com pratos e ferragens, teclados, estantes e bancos. No rider ele aparece em duas listas, o que o artista leva e o que é pedido ao contratante, porque é essa divisão que o contratante usa para orçar.

O que é rider de camarim?

É a lista do que o elenco precisa fora do palco: quantidade de camarins, espelho, ponto de energia, banheiro, água, alimentação, toalhas e restrições alimentares. Muitos artistas enviam esse documento separado do rider técnico, porque quem providencia camarim não é quem opera o som.

Quantas páginas deve ter um rider técnico?

Poucas. Um rider de banda resolve em duas a quatro páginas, com o mapa de palco e a lista de canais como anexos. Documento longo demais deixa de ser lido, e o que não é lido não é cumprido no dia.

A LL Cultural monta a estrutura técnica pedida no rider?

Monta. Como produção local, recebemos o rider, escolhemos, negociamos e dirigimos a equipe técnica da cidade e respondemos por ela no dia. Atendemos show, espetáculo, palestra e evento no Brasil inteiro.

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Conte a cidade, a data e o formato. Voltamos em até 24 horas úteis com o que o espaço precisa ter, o que dá para alugar na praça e como fica o dia, do horário de carga à desmontagem.

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